CONFISSÃO

 

Introdução:

Nos primeiros encontros de catequese, as crianças aprendem que Deus deu ao ser humano inteligência, vontade, liberdade e capacidade de amar. Tudo estava tranqüilo no paraíso, o ser criado era a imagem e semelhança do criador, até que um ato de desobediência e desejo de igualar-se ao ser supremo quebroua harmonia paradisíaca.

A Igreja define pecado como uma transgressão grave da lei divina, que afasta e ofende a Deus. Por amar e querer o melhor a cada pessoa, o Criador definiu alguns dinamismos e preceitos para desenvolver plenamente o ser humano e levá-lo à felicidade. Cristo sintetizou as dez leis dadas pelo Antigo Testamento em duas: “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Negar ou transgredir as recomendações leva a um distanciamento de Deus.

No Evangelho de São João fala-se, pela primeira vez, em pecado mortal, que aniquila a vida da graça santificante, dom que o cristão recebe no batismo. Essa opção contrária a Deus acontece em casos de idolatria, homicídio, adultério e apostasia, ou renegação de Cristo. O perdão para esse pecado é dado no sacramento da confissão desde que a pessoa esteja arrependida, depois que ela cumprir a penitência dada pelo sacerdote.

Os pecados veniais, menos graves mas debilitantes da mesma forma que os outros, podem ser perdoados durante o ato penitencial na missa, quando reza-se o Pai-nosso ou cumpre-se obras de misericórdia colocando em prática a caridade.

Toda conversão, mudança de vida ou arrependimento, que caracterizam o período da quaresma, tem como ponto de partida a esperança e a fé de poder melhorar. Jesus Cristo mostra a infinita misericórdia e compreensão do Pai quando fala que em um mesmo dia devemos perdoar “setenta vezes sete”, não só aos outros, mas também a nós mesmos.

Questões sobre a Confissão

 

 

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