Diocese de Osório

A palavra do Bispo

Ser catequista é ser missionário

O último domingo do mês vocacional, o dedicamos aos catequistas. Devemos reconhecer que nem sempre lhe damos a devida importância.

Antigamente, as próprias famílias iniciavam seus filhos às praticas de piedade e às verdades da fé cristã. As crianças vinham para a catequese com um conhecimento básico das orações e princípios cristãos assimilados na convivência familiar e escolar. Agora, na maioria dos casos, chegam sem nenhuma iniciação. Muitas vezes, nem sequer o sinal da cruz, sabem fazer.

Essa iniciação à vida cristã é muito mais que preparar as crianças para a Eucaristia, os adolescentes para a Confirmação e os jovens para o ...

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Misericordiae Vultus

BULA DE PROCLAMAÇÃO
DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA

O documento divide-se, a grosso modo, em três partes. Na primeira, o Papa Francisco aprofunda o conceito de misericórdia e explica o porque da escolha da data de início em 8 de dezembro, Solenidade de Maria: “para não deixar a humanidade sozinha à mercê do mal” e por coincidir com o 50º aniversário da conclusão do Concílio Vaticano II, que que derrubou as muralhas, “que por muito tempo, mantiveram a Igreja fechada em uma cidadela privilegiada”. “Na prática – disse o Papa – todos somos chamados a viver de misericórdia, porque conosco, em primeiro lugar, foi usada a misericórdia”.

Na segunda parte, o Santo Padre oferece algumas sugestões práticas para celebrar o Jubileu, como realizar uma peregrinação, não julgar e não condenar, mas perdoar e doar, permanecendo afastado das fofocas e das palavras movidas por ciúmes e invejas, tornando-se “instrumentos de perdão”; abrir o coração às periferias existenciais, realizar com alegria obras de misericórdia corporal e espiritual e incrementar nas dioceses a iniciativa de oração e penitência “24 horas para o Senhor”, entre outros.

Por fim, na terceira parte, Francisco lança alguns apelos contra a criminalidade e a corrupção – dirigindo-se aos membros de grupos criminosos e aos corruptos; exorta ao diálogo inter-religioso e explica a relação entre justiça e misericórdia. A Bula se conclui com a invocação a Maria, testemunha da misericórdia de Deus.

Como expressão do seu desejo, de que o Ano Santo extraordinário da Misericórdia seja celebrado em Roma e em todo o mundo, o Papa Francisco entregou uma cópia da Bula também ao Prefeito da Congregação para os Bispos, Cardeal Marc Ouellet; ao Prefeito da Evangelização dos Povos, Cardeal Fernando Filoni e ao Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri. Como representante de todo o Oriente, o Santo Padre entregou ainda uma cópia do documento ao Arcebispo de Hong-Kong, Dom Sávio Hon Tai-Fai, Secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos. O continente africano foi representado pelo Arcebispo do Benin, Dom Barthélemy Adoukonou, Secretário do Pontifício Conselho para a Cultura. O documento foi entregue, enfim, ao Mons. Khaled Ayad Bishay, da Igreja Patriarcal de Alexandria dos Coptas.

O documento de convocação do Ano Santo da Misericórdia constitui um documento fundamental para reconhecer o espírito, com o qual é convocado, as intenções e os frutos esperados pelo Papa Francisco.

A Bula pode ser lida na íntegra, em português, no link:

http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_letters/documents/papa-francesco_bolla_20150411_misericordiae-vultus.html

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